E num é que a burrinha leva mais uma peia... Matematicamente, aritmeticamente, logariticamente e quem sabe, segundo a física quântica ribeirinha, ainda dá. Dá sim, tão jogando melhor, talvez uns 2% melhor, né? Sei não, mas pelo visto o dos Anjos sentiu os efeitos de um Dal Pozzo forçado, pois, além de explicar a derrota bem explicadinha, ainda diz que saiu feliz porque Romariozinho jogou bem. Alegria, alegria, né?
26 de setembro de 2015
25 de setembro de 2015
JOGANDO POR 5 X 0
Se o jogo Salgueiro x Confiança fosse antes de América x Botafogo, nós já entraríamos em campo sabendo o que buscar: i) vitória simples, caso o Salgueiro vencesse, ii) 5 X 0, caso fosse empate e iii) só cumprir tabela, caso o Confiança vencesse. Tive a impressão que a especializada não estava gostando dessa possibilidade.
Agora, com as partidas sendo jogadas simultaneamente, as coisas são diferentes. Não se sabe o resultado de lá até o final do nosso próprio jogo (a menos que seja uma goleada acachapante de um deles já no primeiro tempo, p. ex.).
Ou seja, mesmo estando 2 X 0 para qualquer um deles até os 40 do segundo tempo, a possibilidade do empate existe, o que significa que o América teria que chegar àqueles fáceis 5 X 0 necessários para passar à próxima fase. Portanto, tem que buscar os cinco golzinhos desde o início da partida.
Detalhe: para isso acontecer, o América tem que entrar com 11 (de verdade), não pode perder gols feitos (incluindo pênaltis) e tem que terminar também com 11 (nenhum expulso). Simples assim.
24 de setembro de 2015
Paixão sem remédio
Claro que, como toda torcida americana, não estou satisfeito com a campanha do Mecão nessa Série C; óbvio que nem sempre fiquei satisfeito com algumas escalações do Bob de cá; incontestável as críticas a Busatto, Max e outros menos votados que comprometeram com apresentações pífias, mas fazer o que senão continuar a torcer e ajudar meu clube de coração? Compreendo a raiva de alguns, mas abandonar o barco, jamais! Esse verbo não faz parte do dicionário de um pele vermelha... Estarei lá ao lado do Dragão independente de série, campanha ou possibilidades, estarei sempre e em qualquer situação pois sou incondicionalmente América, viu? Uma paixão sem remédio, né?
22 de setembro de 2015
Chef de cuisine
Possivelmente deixamos escapar entre os dedos nossa classificação à próxima fase da Série C e com isso a oportunidade de encontrar a porta de saída do inferno da terceira divisão. Ricardo, meu irmão, ainda no calor da raiva, descreveu a anatomia do caos na postagem anterior. Ele não vive o América por dentro, não sabe das panelinhas, dos temperos preferidos ou se há "chef du cuisine" que não larga o osso, mas que o mano é bom de diagnóstico desde os tempos da faculdade eu não posso negar... Eu? Prefiro não falar. Prefiro canalizar forças na construção da Arena América, lá não existe padrinho ou apadrinhados, lá todos botam a mão na massa, lá existe apenas amor e dedicação ao América Futebol Clube, lá não precisa BOPE nem SWAT, temos a força de uma torcida apaixonada, né?
21 de setembro de 2015
NÃO ACREDITO MAIS!
Perdeu pontos fáceis quando não podia perder, por displicência e irresponsabilidade. Não teve culhões para vencer os times que estavam na ponta da tabela como o Confiança teve agora na reta final. Teve teimosia, hiperteimosia, maxiteimosia do técnico em colocar jogador apadrinhado (não sei de quem) que, por sinal, não jogou absolutamente nada esse ano. Nenhuma partida. Nenhum tempo. Mas foi titular até o último suspiro. Êita paixão braba! Caminha para amargar a Série C no ano que vem, o que só não acontece se o Confiança for tão incompetente quanto nós fomos até agora (nós merecemos; eles, não). Se der sorte, terá o timinho de Pium como companheiro na C do ano que vem. Não acredito em milagres. Domingo fico em casa assistindo aqueles programas bostas na TV, que é mais negócio. Não merecem meu grito. Nem pelo rádio vou torcer por combinação mirabolante de resultado. Agora, te vira sozinho, Zé!
Com BOPE ou sem BOPE eu acredito
Vamos com confiança sim pra cima do Confiança de Sergipe. Dragão não tem medo de cara feia, de torcida adversária ou clima hostil. Sobrevoaremos todas as adversidades de Aracaju e traremos os três pontos para à Rodrigues Alves. Eu confio no comandante e comandados peles vermelhas, eu confio na honra de cada atleta que defenderá nosso escudo, eu confio na história e tradição do orgulho do Rio Grande do Norte, viu? Portanto o mote de hoje nos vestiários será...
Dragão do RN
Osso duro de roer
Pega um, pega geral
Também vai pegar você
Com BOPE ou sem BOPE, né?
19 de setembro de 2015
As inevitáveis do Big Head
Ainda sobre a via crucis das letrinhas tive o cuidado de compilar os adjetivos empregados pela briosa para a partida contra o Vitória. Confesso que fui às lágrimas em ver o esforço dos formadores. Nunca imaginei tanta criatividade e dedicação, por isso, prestando homenagem aos autores, reproduzo a relação: intenso, equilibrado, vencedores do jogo jogado (?), postura e intensidade, dominador, atuação perfeita, melhor partida, merecia o G4 (?), vencedor moral e por aí vai... Só faltou as inevitáveis perguntas de Neném Big Head: empatou, foi? Em queda livre, é? Empatou e caindo, né?
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