19 de outubro de 2013

SERIA DIFERENTE SE DIFERENTE FOSSE

Boa Exporte X América RN.
Primeiro Ato (Ficção): Aos 30 minutos do primeiro tempo já estava 3 X 0 para o Boa, com um gol de pênalti inexistente, ou... roubado. Mas no segundo tempo, o América foi para cima e conseguiu marcar aos 25 e aos 42. Saímos de campo de alma lavada, apesar do resultado negativo.
Segundo Ato (Realidade): Resultado: 3 X 2 para os mandantes. Voltamos de nossos dois jogos fora com 3 pontos a mais. Aceitável
Terceiro Ato (Futuro): Teremos sete jogos para somar mais 8 ou 9 pontos. Nada de desesperador.
Quarto Ato (Lições): Muitas lições podem ser tiradas da Série B deste fatídico ano terminado em 13. Lições de que a circunstância como se dá o resultado incomoda mais do que o próprio placar final; Lições de como não se deve perder o foco para atingir os objetivos realmente grandes; Lições de que, quando se quer formar um time, consegue-se apesar das dificuldades; Lições de como não se deve dar muito crédito a notícias bombásticas e catastróficas a cerca dos outros; Lições de como se deve aplicar os poucos recursos disponíveis; Lições de como o futebol também se faz com pilantragens, apadrinhamentos, faz de conta, etc.

No meio do caminho havia Alinor

O que se perdeu, perdido está, de nada adianta mostrar que no meio do caminho havia um Alinor que visivelmente inventou um pênalti contra nós. Também não adianta procurar culpados. Jogamos, como um todo, abaixo de nossas possibilidades, perdemos um ponto precioso aos quarenta e oito minutos do segundo tempo e nada que for dito o trará de volta. Pensemos no Ceará, né?

17 de outubro de 2013

NÃO DISSE, NÃO VI E NÃO OUVI NADA


Nessas horas é melhor se preocupar apenas com as coisas do futebol mesmo (gols, defesas, pontos, etc.). É mais interessante. É menos nauseante.

Ora pro nobis

Sancte Augustine
Através de uma artimanha jurídica, o time de preto escapa de uma punição no STJD ao alegar que a denúncia do artigo 23, a que fala do Estatuto do Torcedor, só poderia ser feita pelo Ministério Público. Resta parabenizar o jurídico das letrinhas e a providencial omissão dos antes tão diligentes defensores dos direitos do torcedor. E agora, quem ora pro nobis? Seria Sancte Augustine?

16 de outubro de 2013

No meio do caminho havia duas pedras e alguns cadeados


Havia duas pedras no meio do caminho do ASA e ambas atendiam pelo nome de Max. Mais uma vitória, agora três consecutivas sob o comando do Leandro Sena. Mais uma demonstração de superação de um time que vem crescendo  sem a pompa ou holofotes da mídia tendenciosamente preta.  Vencemos por méritos, respeitando o adversário que não é nosso inimigo ou marginal, que não precisa ser trancafiado sob sete chaves e sete cadeados. Cárcere privado, né? Impressionante o silêncio da "zelosa" sobre esta baixaria. Depois ainda critica a imprensa sulista...

15 de outubro de 2013

ENQUANTO O MECÃO VENCE POR LÁ...


... Por aqui, um espião da KGB disfarçado de repórter conseguiu fotografar há pouco a porta do vestiário do São Caetano em uma das sete maravilhas dos primeiros 5 Km do lado esquerdo da Rota do Sol. Amanhã vai ter dirigente dizendo que tudo não passou de um "desconfortozinho" passageiro (que nem uma cólica). O delegado da partida está com uma amostra do cadeado. O Big Head já disparou: "Jogar ali é uma coleção de desconforto".

Vencer o ASA

Perante um obstáculo, a linha mais curta entre dois pontos pode ser a curva, já dizia o escritor alemão Brecht em Vida de Galileu. Pois bem... Hoje a linha mais curta para o América permanecer na Série B será arrodear, vencer e aparar as asas do ASA. O caminho da superação nós conhecemos, com ou sem curvas já mostramos que podemos. À vitória Mecão!