Não deu para fazer os 8 gols, mas fizemos 1. Ainda bem que o Baraúnas não fez nenhum e saímos com a vitória. Não deu para ver o jogo. Nem sei de quem foi o gol. Parece que foi daquele tal de Ipsis Litteris. Não importa: Valeu pelos três pontos. Rumo ao bi, à Copa do Brasil, ao Brasileiro, Série A, Libertadores... Tudo isso na ARENA DO DRAGÃO, óbvio. E que ninguém bote mais areia nisso.
6 de março de 2013
FAZER O QUÊ?
Ei de torcer, torcer, torcer... Este é o início do hino de um dos Américas do Brasil. Pois é: apostando as fichas agora no eterno técnico inteirino Moura e em seus comandados (que ainda não sei direito os nomes), vamos torcer para que tudo seja diferente do que se desenha. Palpite de torcedor: 8 x 0. Pro América, claro! Mas que se o foco fosse somente o futebol e a Arena do Dragão, as coisas estariam bem diferentes, ah, estariam! Fazer o quê?
Ipsis litteris II
Repercutindo ainda a reunião de segunda-feira lá no América, transcrevo, com a devida vênia e com as mesmas letras, o comentário Herivelto Nobre...
"Na condição de adquirente de camarote estive na reunião de ontem e fiquei
satisfeito e confiante de que a construção da Arena América não tem retrocesso e
que tudo só depende de nós torcedores e colaboradores. Estou convicto de que
a continuidade da obra não ficará refém do humor desse ou daquele dirigente, nem
de contrato que venha a ser firmado com o Barretão ou, até mesmo, com o
consórcio ARENA DAS DUNAS/FNF/GOVERNO DO ESTADO. O que se deve ter em mente é
que não podemos colocar "vaidades ou interesses pessoais" acima da Instituição
AMÉRICA que é um patrimônio do povo e do futebol do Rio Grande do
Norte."
Perfeito Herivelto!
Perfeito Herivelto!
5 de março de 2013
Ipsis litteris
A pedidos de alguns participante da reunião de ontem, transcrevo com as mesmas letras meu discurso proferido no América Futebol Clube.
Caros amigos americanos
Manda a boa regra da
oratória que discurso bom é discurso curto, alto e que todos possam entender. Sosseguem, seguirei estas regras.
Depois da tão
necessária apresentação do cronograma físico-financeiro coube a mim algumas
palavras de reafirmação do nosso compromisso a todos aqueles que sonharam nosso
sonho. Fiquem tranquilos, não há mais sonho. A nova realidade que já toma corpo
e forma no sagrado solo do Abílio Medeiros – a nossa tão desejada Arena
América - desabrocha!
Sabíamos que não seria
fácil, tínhamos consciência das dificuldades inerentes a uma obra deste porte,
das limitações orçamentárias, das correntes contrárias, mas também sabíamos que
a nossa vontade e, acima de tudo, nosso amor pelo América Futebol Clube, e
unicamente a Ele, nos daria força para
superar todas essas adversidades.
Começamos sem um
centavo sequer, apenas uma idéia, um projeto, a confiança em nós depositada e a
certeza que poderíamos contar com todos vocês que, da mesma forma que nós, sabiam da
importância estratégica de ser possuidor de um estádio próprio.
Desnecessário lembrar a
derrubada do Machadão, a ameaça real de termos que jogar em outro Estado, as
humilhações que passamos a mendigar guarita na casa do maior rival, a forma
jocosa que somos tratados como sem tetos, como time itinerante. Tudo isto
senhores, aliado ao nosso orgulho de torcer pelo maior clube de futebol do Rio
Grande do Norte, não nos abalou. Ao contrário, serviu de força propulsora para
talvez a mais vitoriosa história de vendas desta cidade. Em pouco mais de 48
horas vendemos 126 camarote, seguramente o mais caro metro quadrado da cidade e
sem nenhuma elaborada campanha de vendas.
Tínhamos agora a idéia
e as condições para iniciar – começamos!
Etapa à etapa seguimos
em frente, os pilares já apontam para o céu de Parnamirim, cravados no solo do
Abílio Medeiros feito aríetes a derrubar as muralhas do pessimismo e
descrença. Mais dez, segundo informação da construtora responsável, esta semana
se juntarão a eles, todos aflorando do chão, palpáveis, visíveis, imponentes,
todos com função definida seguindo as especificações técnicas e,
principalmente, com a responsabilidade de apoiar arquibancadas e camarotes que embalarão,
feito colo materno, a imensa torcida americana.
Queria nesta hora, sem a
pretensão de me intrometer na área técnica, pedir a atenção de todos para
seguramente o mais importante de todos estes pilares. Louvo aqui o pilar
principal, a pedra angular, a viga mestra, o contraforte (peça responsável a
dar estabilidade à construção), o muro de arrimo, a fundação segura, alicerce
calçado numa história do saber, do direito, do caráter e amor a este clube. Falo
deste pequeno gigante chamado José Vasconcelos Rocha que temos o orgulho de, com
ele cerrar fileiras nesta cruzada vitoriosa chamada Arena América. Nele
confiamos, com ele, se Deus quiser, inauguraremos nossa casa.
Por fim, e seguindo os
ditames da boa oratória, que nem de longe possuo, encerro desta forma:
Curto: não abriremos
nem um milímetro desta realização.
Alto: continuaremos
firmes, inabaláveis às intempéries e humores, não estamos aqui para brincar com
o sonho de tantos, muito menos caçar bruxas.
Bom entendimento: o
tempo e capacidade da Arena América só depende de nós. Vamos nessa torcida
americana, vamos construir nossa casa!
Obrigado.
4 de março de 2013
Uma boa reunião
Apesar da ausência do presidente, que desde sexta-feira já me havia informado sua impossibilidade de comparecer à reunião porque em Natal não estaria neste dia, tudo transcorreu na santa paz de Deus. Discursos, prestação de contas, o tal cronograma físico financeiro, dúvidas tiradas, planejamento futuro e, no fim, como todo povo civilizado, um sorriso estampado em cada rosto americano. Gratificante para todos. Seguimos inabaláveis, mais fortalecidos, com a Arena América cada dia mais presente na vida dos peles-vermelhas.
ENQUANTO SEU LOBO NAO...
...Aguardamos ansiosamente o resultado da reunião que deve estar ocorrendo agora da comissão de construção da NOSSA e única casa com os ansiosos compradores de camarotes e cadeiras cativas, esperançosos de ver GRAAANNDES jogos do Mecão o mais rápido possível na Arena... Arena... Arena AME'RICA.
Apontando para o céu
Lindo, né? Hoje estaremos juntos, lá na sede da Rodrigues Alves, conversando com os adquirentes de cadeiras e camarotes da Arena América sobre estes "colírios". Junte-se a nós, vem pra cá você também, vem!
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