Primeiro amistoso realizado. O resultado, 4 x 2, é que menos importa. Trata-se do início de um trabalho que deverá durar todo o ano de 2015, ano de nosso centenário. Trabalho é a palavra de ordem para o treinador, comissão técnica, diretoria e atletas. De nossa parte - da torcida americana - nada diferente do que apoio incondicional ao trabalho que se inicia. Cobrar resultados, exigir desempenho sim. Mas sem deixar de ir aos estádios, de incentivar o time, de apostar na Timemania, de contribuir com a construção da nossa Arena. Somos também responsáveis pelo sucesso do nosso América.
14 de janeiro de 2015
10 de janeiro de 2015
Sou mais América
Mesmo longe, tenho acompanhado as notícias, a formação do time que terá a incumbência de nos dar a tríplice coroa neste ano e, sobretudo, as críticas, insatisfação e receios de nossa torcida. Confesso que comungo com algumas, confesso que esperava mais do ano passado, tenho certeza que merecíamos coisa melhor que o rebaixamento. Agora... Embora discordando, não costumo neste blog, nominar culpados ou caçar bruxas dentro do meu América, deixo para os comentaristas e libero todos aqueles que não denigram a honra pessoal. Dito isso, apenas reafirmo que não tem jeito de torcer contra, torço que acertem porque, independente de nomes, sou mais América, né?
Outro resultado que não agrada. O balanço final do ano de 2014 mostra o Mecão abaixo de times inferiores a nós em número de apostas na loteria da Caixa. Isso significa mais uma perda financeira significativa para 2015, que reflete no nível de contratações que podemos fazer para a temporada. Por que times com menor torcida terminaram à nossa frente na Timemania? A torcida não chegou junto? A torcida não foi incentivada o suficiente? Ou não é só a torcida que tem que investir na Timemania? Que estratégia nos faltou?
9 de janeiro de 2015
SERIAM 92 ANOS HOJE
Parabéns, Bezeca! Saudades.
Aí em cima com certeza as coisas estão bem mais tranquilas do que por aqui.
5 de janeiro de 2015
E NOSSO AMÉRICA, HEIN?
Decisão acertada da Diretoria ao regulamentar a entrada de torcedores ao campo de treinamento. E fim de papo.
Decisão acertada ao fazer acordo para a saída de Pimpão, um dos melhores jogadores que o América teve nesse ano que passou, mesmo após incidente misterioso ocorrido no vestiário. Para os que o criticam pelo pênalti perdido contra o Boa, Pimpão responde com a vice-artilharia da Série B. Espero que tenham sido obedecidas as cláusulas contratuais de pagamento de multa rescisória ao América.
Mais do que nunca o América precisará do total apoio (de verdade) da torcida nesse ano sem patrocínio da Série B e com elevados custos para jogar nas Dunas.
Mais do que nunca precisamos acelerar a construção e concluir as obras de nossa própria Arena: a do Dragão.
3 de janeiro de 2015
ESTAMOS SÓ COMEÇANDO
Nesse início de temporada, os jogadores do América (a maioria novos) devem conhecer a força da torcida no momento em que pisarem no gramado. É assim que deve ser. Que tipo de conversa pode existir entre a torcida e os jogadores no campo de treinamento do clube? Que estamos chateados com o rebaixamento? Que queremos raça daqui para frente? Isso todo mundo sabe e não leva a nenhum lugar. E duvido que já tenha dado certo em qualquer outro clube. Mostrar também que parte dos torcedores está descontente com alguns representantes da atual diretoria só vai levar aos atletas o clima de mal estar inteiramente desnecessário e prejudicial nesse momento. Não sei a quem isso pode interessar. Tranquilidade na hora de trabalhar também é (e como é!) fator que influencia os resultados.
Novas caras, novas esperanças
Mesmo longe de minha terra não posso deixar de externar minhas esperanças neste novo América que se forma. Sei do empenho de todos para que este ano, o do nosso centenário, seja só de alegrias. Não tenho dúvida que o time, embora não seja unanimidade, agradará a maioria. Não tenho dúvida que, passado a ressaca de 2014, a torcida voltará a chegar junto, pois o amor pelo Mecão supera qualquer dissabor de outrora. Pra cima deles, meu Dragão! Novas caras, novas esperanças, né?
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