31 de julho de 2016

O que somos e o que temos


Jogo de tudo ou nada. Assim vejo a partida de hoje lá no Nazarenão às 16:00 horas. Salvo engano, as sete restantes que teremos pela frente também serão. É a nossa classificação que estará em jogo, paremos de fazer beicinhos! Não há mais margem de manobra, vamos com o que somos e o que temos. Vamos a Goianinha por nossa história, pelo Dragão, para defender nosso escudo e, acima de tudo, por nosso amor incondicional que não mede distância. Pra cima deles, peles vermelhas! Hoje não é dia de ficar em casa a reclamar, hoje é dia de atitudes, das altitudes e do ar rarefeito. Hoje é dia de vermelhar a BR 101 e fazer o Dragão voar bem alto. Vamos cuspir fogo, né? 

29 de julho de 2016

GOIANINHA E ADJACÊNCIAS




E quem disse que pro Nazarenão só vai torcedor de Natal?

A força do ar rarefeito daquele estádio está não só nos americanos de verdade para quem não existe distância nem má campanha, mas também nos grandes americanos da cidade de Goianinha, que estão vibrando com a volta do Mecão para o lugar onde proporcionou muitas alegrias.

Vai um churrasquinho e uma pipoca Bokus aí?

Mecão em prosa e versos

Peço licença a Flávio Carneiro para publicar seus versos...


São 47 anos de paixão.
Altos e baixos na nossa relação.
Às vezes rebaixado, às vezes campeão.
Scala já jogou por aqui. Por que hoje não posso ter Clebão?
Quem já foi de série A, carece ter medo de série D não!
Se não for pelo DNA, que seja pela paixão.
Levanta tua bunda gorda daí e vamos gritar pelo MECÃO!!!!!!


Só trocaria a idade dele pela do Dragão
101 anos de paixão. 
E vamos pro Nazarenão
Né não?

28 de julho de 2016

Ar rarefeito, Inês é morta


Pois é, conjunturas econômicas, financeiras, estratégicas e quiçá espirituais fizeram o América Futebol Clube voltar ao estádio José Nazareno, às altitudes dos canaviais da Usina Estivas, ao ar rarefeito de Goianinha. Prós e contras, claro que existe, mas tenho absoluta certeza que tudo foi pesado e medido e a decisão já foi tomada - Inês é morta. Resta reviver as agradáveis lembranças, relembrar viagens memoráveis, vitórias e conquistas históricas. Vamos juntos reescrever essa história, vamos com o Dragão onde o Dragão estiver, faça chuva, faça Sol, né?

27 de julho de 2016

Ipsis litteris

É do Fernando Amaral o texto que, com as mesmas letras, replico...

Lúcio Curió voltou a treinar... e aí, ele joga ou não joga?


Lúcio Curió está de volta...
O atacante que contraiu a febre chikungunya, doença viral transmitida pelos mosquitos
Aedes aegypti e Aedes albopictus, voltou a treinar.
Para o América uma ótima notícia...
Afinal, os atacantes que estão à disposição da comissão técnica, até aqui, não conseguiram
mostrar suas qualidades como finalizadores e, por consequência, não gozam de muito prestígio junto à torcida rubra.
Portanto, é hora de colocar Lúcio em forma e botá-lo para jogar...
Mas, pelo que ouço aqui e ali, há quem resista e insista em manter o jogador no limbo.
Não deveria...
A performance dos atacantes que estão jogando, recomenda que Curió assim que estiver apto volte a figurar entre os onze titulares.

Ipsis litteris. 
Falou tudo.
Nem precisou do Big Head, né?

26 de julho de 2016

Ad referendum


Pois é, em meio ao clima pesado, eis que surge o vaqueiro Lúcio no CT Abílio Medeiros, recuperado da virose e com vontade de jogar. Pelo o que sei seu contrato vai até novembro, pelo o que sei com prós e contras de alguns, pelo o que sei esperando o ad referendum da direção do clube... Basta isso, né?

25 de julho de 2016

Habeas corpus

Não fui, não vi, não escutei, estava em um aniversário de família, mas lendo e "assuntando" sobre o jogo no Dos Lamas, dá pra ver que, além do gol, pouca diferença houve entre o todo poderoso das letrinhas e o América Futebol Clube. De qualquer forma resta evidente que falhamos na marcação no lance do gol, parece que nossos atletas ainda não assimilaram o novo estilo do treinador. Também resta evidente que alguns "escolhidos" ainda não corresponderam apesar do esforço hercúleo da direção para traze-los. Por fim fica claro que, além do habeas corpus preventivo impetrado por setores da isenta, nosso treinador precisa também mudar. Mudar nomes, escolher as melhores táticas que se adaptem ao potencial humano disponível, mudar atitudes, né?