12 de setembro de 2016

O Dragão somos todos nós

Chateados sim, decepcionados também, esperávamos muito mais do América esse ano, mas jogar a toalha, caçar bruxa ou qualquer outra atitude que deponha contra, jamais! Por tradição o América não costuma desagregar nas horas ruins, entregar os pontos ou morrer de vésperas. Temos talvez o jogo mais difícil de nossas vidas lá na terra do cupuaçu, tenho absoluta certeza que lá o Dragão, mesmo ferido, mostrará suas garras, que nos livrará desse fatídico 2016, que voará alto por nossa permanência. Afinal o Dragão somos todos nós, né?

10 de setembro de 2016

AINDA PRECISAMOS DE TREINADOR?

Das lamentações ao incondicional

Se ontem saí chateado, hoje nem me lembro mais, meu time vai a campo e estarei a seu lado às 19:00 horas no Dunão, faça chuva ou faça Lua. É assim que penso América, da lamentação ao amor incondicional, é assim que deve ser, né?

5 de setembro de 2016

Muro das lamentações

Mais de doze mil torcedores viram o América esbarrar suas pretensões nas mãos do goleiro do Cuiabá. Restou o muro, né? 

31 de agosto de 2016

ESTÁ NA HORA!

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De voltarmos a ser o Rei do Arena das Dunas.
De metermos medo nos adversários que vêm jogar aqui.
De nos impormos como mandantes.
De ditarmos nosso ritmo desde o primeiro minuto até o apito final do jogo.
De cantarmos nossos hinos intimidando o adversário.
De sairmos felizes do jogo com mais uma vitória alcançada.
De sermos o velho Mecão que pensa em subir e não em escapar de rebaixamento.
De sonharmos com um 2017 bem melhor.

Domingo, será contra o Cuiabá. Daremos mais um passo nessa difícil caminhada. Estarei lá.

A azul incomoda muita gente

Se essa camisa azul comemorativa incomoda muita gente (de preto), com Jussimar incomoda muito mais... É com essa que vou, é com essa que vamos pra cima do Cuiabá, né?

29 de agosto de 2016

A azul deu sorte

Hoje falei com Big Head. Ele, da mesma forma que eu, não morre de amores por jogador, treinador, nomes ou cargos. O América Futebol Clube está acima disso tudo e o resto é resto. Quanto ao Jussimar, ao Seu Francisco com suas birras e aos outros do elenco, não fizeram mais que suas obrigações, ora bolas! O fato é que vencemos, que estreamos a nova camisa, que a azul deu sorte, que devemos repeti-la à exaustão. Não que sejamos supersticiosos, né?