Põe o ouro à prova, também, por vontade da divindade, a adversidade põe os homens à prova, revelando sua têmpera (Provérbios, 17,3 e Eclesiástico, 2,5). Assim vejo a volta do nosso Souza aos gramados revelando toda sua têmpera e amor pelo Mecão; assim entendo porque Souza alcançou o status de ídolo de toda nação americana sem precisar de Twiter ou estratégias de marketing; assim percebo que Souza é único e o resto é cascata...
9 de junho de 2011
Mecão, o mais querido
Assistindo o vídeo da conquista da Copa do Nordeste no blog Vermelho de Paixão e vendo o Machadão lotado e a grande festa que fizemos, percebi que aqui no estado existe um fato sem paralelo no futebol mundial. Eu identifico o começo dessa anomalia a partir de 1996 com a nossa subida para a Série A. Desde então, todas as vezes que a funerária canta o seu hino nos saúda entusiasticamente: "Salve o mais querido (O Mecão), Salve o mais querido (O Mecão)..." Sei não, mas se fosse o meu time começaria uma campanha pra mudar esse hino...
P.S. Por um erro do Blogger esta postagem de Márcio Medeiros (Vovô) foi subscrita com meu nome. Desculpem a falha.
8 de junho de 2011
Necessário na vitória...
E imprescindível na derrota, assim falou Napoleão Bonaparte a respeito do vinho. Assim cumpro o doloroso dever de brindar, com um vinho de pouca estrutura, à campanha do rival estruturado dentro e fora do campo. Ah, ia esquecendo... tim, tim para o árbitro paraibano!
7 de junho de 2011
Está na Veja
"Até Henry Kissinger foi convocado para tentar salvar a imagem da FIFA depois das denúncias". Considerando que, apesar de tanta LAMA, o Joseph Blatter foi reeleito quase por unanimidade; que um vice-presidente da entidade foi afastado por suspeita de malversação de receita e que o secretário-geral, Jérôme Valke, admitiu ter dito que o Qatar comprou o direito de receber a copa do Mundo de 2022; morro de saudade do tempo que nossa FNF vivia no ostracismo...
6 de junho de 2011
Apertem os cintos, a borboleta sumiu
Esta a sensação que tive ontem ao andar pelas ruas Natal, nunca vi a cidade tão esburacada. Diante disto fica a certeza que, caso não haja os jogos da Copa, poderemos pelo menos sediar algum rali internacional, a pista para "fora de estrada" já temos...
Eu também vi
Uma festa inesquecível, um adversário extremamente qualificado que no jogo anterior havia nos vencido no Barradão. Em Salvador também estive, fui num vôo fretado por Curió, um turbo-hélice da TRIP, fiquei acuado pela torcida local e tomei o maior banho de chuva da minha vida. Saí tão encharcado que precisei comprar roupa enxuta num supermercado aberto 24 horas, acho que era o EXTRA. Lembro-me que embarquei de volta para Natal de sandálias japonesas, calção de surfista e camiseta regata - parecia o cão de camiseta regata... Do último jogo aqui em Natal, lembro-me da pressão do Vitória, do Petkovic chutando com raiva repetidamente o poste direito de nossa trave, o saudoso Rochinha invadindo o campo para esfriar o jogo e Biro-Biro protegendo nosso diretor de futebol da porrada da polícia gritando - "Num bate nele não seu soldado, ele é fraco do juízo". Isto está bem vivo na minha memória, ninguém tira e nenhuma outra torcida do RN viveu maior glória.
5 de junho de 2011
E VIVA A CARTILHA!
"As coisas naturalmente fruiu".
Palavras de um atacante do Internacional após a vitória do seu time sobre o América (o de Minas). Doeu primeiro no ouvido, irradiou para o canino contra-lateral e terminou na tireóide.
Palavras de um atacante do Internacional após a vitória do seu time sobre o América (o de Minas). Doeu primeiro no ouvido, irradiou para o canino contra-lateral e terminou na tireóide.
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