Não tenho que me meter nesta safadeza que fizeram com o Alecrim F.C. mas... Está claro, pelas entrevistas, que houve um corruptor a financiar "corpo mole" nas hostes esmeraldinas, que todos sabem a origem do mal e o mais intrigante, ninguém se arvora a falar nomes. Por que será que isto ocorre? Será que pelo fruto não se conhece a árvore? Sei não... Mas nestas horas sempre passa pela minha mente aquela afirmação que "o vil metal corrompe até as virgens na pureza", imaginem o resto...
5 de outubro de 2010
4 de outubro de 2010
PERGUNTAR NÃO OFENDE
Primeira: EU vou a campo na terça-feira ajudar o América da minha maneira, do jeito que posso, ou seja, torcendo, incentivando, xingando. Será que DADO VAI ESTÁ À BEIRA DO GRAMADO COMANDANDO A EQUIPE? Sinceramente, espero que sim.
Segunda: Qual é mesmo a promoção que a Diretoria está planejando para a próxima sexta, no jogo contra a Ponte Preta?
Terceira: Por quem é formada a equipe que está à frente da construção da ARENA DO DRAGÃO?
Segunda: Qual é mesmo a promoção que a Diretoria está planejando para a próxima sexta, no jogo contra a Ponte Preta?
Terceira: Por quem é formada a equipe que está à frente da construção da ARENA DO DRAGÃO?
Está na Bíblia
Numa segunda-feira morna de assunto, um pouco do evangelho para começar bem a semana... "Onde houver um cadáver, lá se reunirão as águias" (Mateus, 24,28 e Lucas, 17,37). Quem sabe aqueles evangelistas não estivessem se referindo às Águias de Marabá...
3 de outubro de 2010
TÉCNICO COMO 190 MILHÕES
Por que um time que joga fora de casa tem que se valer apenas dos contra-ataques? Que lógica leva a isso?
Se o time se fecha e fica esperando oportunidades para contra atacar, o jogo será quase todo em seu próprio campo. Um bombardeio. As chances de levar um gol serão enormes, e as chances de fazer o seu gol serão mínimas. Água mole em pedra dura... É lei da probabilidade. Na minha ótica, o time visitante não pode ficar esperando as bombas caírem torcendo para que não caia nenhuma (ou muitas) na sua cabeça dura. Por outro lado, jogando em casa, se um time se aventura a ser extremamente ofensivo, isso ocorrerá às custas do seu próprio sistemas defensivo, claro! Na minha ótica, o time visitante tem que enxergar essa brecha e ocupar os espaços que serão deixados.
Essa de "jogar fechadinho", apelido para retranca, não pode ser usada quando times de mesma categoria estão se enfrentando. Ela só é válida no caso de diferenças técnicas significativas entre eles. Aí sim, mesmo jogando em casa, o time de menor qualidade tem que se fechar (e rezar) e mesmo jogando fora de casa, o time de melhor qualidade tem que atacar e fazer valer sua superioridade.
E a torcida? A pressão da torcida tem grande influência e determina isso, todos sabemos. Mas trata-se de questão puramente psicológica. Os jogadores tem que estar, digo, tem que SER PREPARADOS para não se intimidar com os gritos que vêm das arquibancadas. Não é fácil, mas é possível.
É a minha visão. Será que é por isso que não sou técnico de futebol?
Se o time se fecha e fica esperando oportunidades para contra atacar, o jogo será quase todo em seu próprio campo. Um bombardeio. As chances de levar um gol serão enormes, e as chances de fazer o seu gol serão mínimas. Água mole em pedra dura... É lei da probabilidade. Na minha ótica, o time visitante não pode ficar esperando as bombas caírem torcendo para que não caia nenhuma (ou muitas) na sua cabeça dura. Por outro lado, jogando em casa, se um time se aventura a ser extremamente ofensivo, isso ocorrerá às custas do seu próprio sistemas defensivo, claro! Na minha ótica, o time visitante tem que enxergar essa brecha e ocupar os espaços que serão deixados.
Essa de "jogar fechadinho", apelido para retranca, não pode ser usada quando times de mesma categoria estão se enfrentando. Ela só é válida no caso de diferenças técnicas significativas entre eles. Aí sim, mesmo jogando em casa, o time de menor qualidade tem que se fechar (e rezar) e mesmo jogando fora de casa, o time de melhor qualidade tem que atacar e fazer valer sua superioridade.
E a torcida? A pressão da torcida tem grande influência e determina isso, todos sabemos. Mas trata-se de questão puramente psicológica. Os jogadores tem que estar, digo, tem que SER PREPARADOS para não se intimidar com os gritos que vêm das arquibancadas. Não é fácil, mas é possível.
É a minha visão. Será que é por isso que não sou técnico de futebol?
A troco de que...
Senão para tumultuar o ambiente americano, se faz uma campanha para denegrir os bons serviços do goleiro Rodolpho, nesta altura do campeonato? Estava demorando, mas os ventos que sopram lá para as bandas de Pium voltam a insuflar as velas dos barcos da Ribeira. E eu que pensava que estes sopravam apenas direcionados para os moinhos que trituram ininterruptamente o trabalho de Ferdinando Teixeira... Vejo que sou ainda muito inocente nos bastidores do mal, por isso ainda me choco com a maldade intrínseca da mente humana. Melhor nem comentar.
2 de outubro de 2010
Do vinho para a água
Um resultado normal e previsível se não fora a forma apática e sonolenta do América se apresentar. Agora é esquecer, repensar o time para o próximo desafio e continuar a acreditar. Que a água do passado recente volte a se transformar em vinho, pois nele está a verdade de nossa recuperação, afinal "in vino veritas".
1 de outubro de 2010
Apenas um, mas um dragão
Conta a fábula que a raposa, grande parideira, estava a gozar da leoa por esta ser mãe apenas de um filhote, no que ela responde: apenas um, mas um leão. Pois é, vamos enfrentar apenas um, mas o Leão da Ilha e todo cuidado é pouco. Entrar precavido, respeitando, mas nunca abdicando do direito de vencer. Podemos superá-lo, com inteligência e respeito, afinal somos apenas um, mas um dragão.
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