24 de março de 2016

DE CABEÇA FRIA

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Perdemos uma boa receita financeira para a temporada. Agora ficou ainda mais difícil. Mas o América continua com sua história e com os seus verdadeiros torcedores.

Ah: a arbitragem não comprometeu e não influiu no resultado da partida.

Hoje é dia de esfriar a cabeça

A torcida fez sua parte, algo em torno de cinco mil torcedores compareceram numa quarta-feira para um jogo às 21:45 horas. A diretoria também fez o que era possível - sou testemunha do milagre da multiplicação dos pães que Beto Santos tem realizado, uma vez que boa parte das receitas desse ano já havia sido antecipada ano passado... Óbvio que todos estão insatisfeitos com a pífia campanha atual, óbvio que é notório o fraco desempenho do time nos últimos jogos e que providências, dentro das possibilidades do clube, serão tomadas, mas não é hora para desespero. A hora é de esfriar a cabeça, juntar forças, unir a tribo de peles vermelhas e encontrar as saídas, né?

23 de março de 2016

HOJE É DIA DE VESTIR VERMELHO

21:45h, Arena das Dunas. América X Coruripe

A bem do Mecão

Hoje, independente de qualquer coisa, o América precisa de sua torcida. Jogo decisivo para passar de fase na Copa Nordeste e receber um fôlego extra no nosso minguado orçamento de 2016. Desnecessário convocar os peles vermelhas, desnecessário dizer que nosso amor pelo América Futebol Clube não tem distância ou horário, desnecessário dizer que compareceremos em massa a bem do Mecão, né?

22 de março de 2016

A bem da verdade

NOTA OFICIAL DE ESCLARECIMENTO


O América Futebol Clube vem a público, através de seu Presidente, BETO SANTOS, manifestar-se a respeito de colocações feitas à imprensa pelo Coronel Ricardo Albuquerque, Presidente da Comissão Estadual de Arbitragem da FNF, especificamente quanto ao ocorrido no clássico de ontem, válido pelo campeonato potiguar.

Ao falar sobre a arbitragem do jogo de ontem, o mandatário deste clube centenário não quis – e muito menos o fez – ofender a honra de quem quer que seja, tampouco agredir o cidadão que foi o árbitro da partida. Houve, sim, uma manifestação contumaz do Presidente deste clube ao ver mais uma repetição de erros praticados pela arbitragem contra o América, em detrimento do favorecimento do adversário. Coincidentemente, tais erros também aconteceram no jogo “de ida” do clássico, marcado também por equívocos.

Repudia-se veementemente que este Presidente tenha afirmado ser o árbitro do jogo “criminoso” e “bandido”. Ao imputar tais assertivas ao Presidente deste Clube, o Coronel Ricardo ficaria obrigado a prová-las. Todavia, não é este o enfoque a ser dado; de forma alguma. Não podemos fugir do assunto primordial colocado em xeque: os erros reiterados que merecem reparo da Comissão Estadual de Arbitragem da FNF, a partir de análises e providências cabíveis que devem ser tomadas pela mesma. É isto que se espera desta entidade e este foi o tom de cobrança, de insatisfação, de inequívoca manifestação do pensamento livre e democrático daquele que representa milhares de torcedores. O pedido foi de uma arbitragem responsável e escorreita na aplicação das regras do jogo.

A utilização de figuras de linguagem, como “veto” ou adjetivações típicas do linguajar futebolístico, não deve ser a tônica da discussão, mas sim a observância dos deveres éticos e profissionais de cada um dentro do campo de jogo. Qualquer clube pode e deve exigir a tomada de providências, juntando as provas que achar cabíveis, bem como pode exigir arbitragens “de fora”. Este foi o sentido das colocações deste Presidente; jamais os abordados pelo Coronel Ricardo Albuquerque, Presidente da Comissão Estadual de Arbitragem da FNF, com o devido respeito que o mesmo merece.

Não se discute se o árbitro tem ou não “família”, posto que não se buscou macular sua imagem, honra e/ou fazer atingir algo à família do mesmo. Todos têm família e, ademais, a família americana merece respeito dos árbitros que vão a campo apitar seus jogos, fazendo-o de forma correta e em observância às regras do jogo. Repita-se: este foi o norte da fala deste Presidente, como não poderia ser diferente.

Certo dos esclarecimentos prestados, a fim de que não paire dúvidas quaisquer que sejam acerca do propalado, nem mesmo de especulações outras e tergiversações acerca de algo simples e corriqueiro, entende-se não ter havido qualquer descumprimento do Código Brasileiro de Justiça Desportiva – CBJD, como finalizou o Coronel Ricardo, que almejou se investir na competência da Procuradoria do TJD e assegurou que o Presidente do América teria “infringido o CBJD”.

Diz-se isto com convicção, pois não se ameaçou alguém, não se incitou ódio ou violência e, sobretudo, não se atingiu a honra do árbitro por fato vinculado ao jogo, conforme acima bem posto, mas sim se cobrou providências daqueles que, à primeira vista, infelizmente não compreenderam a narrativa e preferiram modificar todo o foco e fazer o papel de defesa cega do arbitro, de um modo até acusatório contra este Presidente (ao imputar palavras que não lhes foram ditas sobre o árbitro), saindo do caminho natural de cumprimento de suas competências fiscalizatórias, em que deve pairar a verificação real do que foi falado acerca da partida e do que foi cometido pelo árbitro em campo.

Natal, 21 de março de 2016.

Beto Santos

TEM QUE CONFERIR!

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1) Não bastasse um campo que não tem acesso para ambulância, pondo em risco os atletas e demais participantes do "espetáculo" (com aspas mesmo). Agora, não tem também banheiro para a torcida visitante? A denúncia foi feita por torcedor que compareceu ao "espetáculo" (com aspas mesmo) de domingo e precisa ser devidamente conferida. Afinal, achamos que o campeonato potiguar é feito por pessoas civilizadas que respeitam o direito dos torcedores. Ou seja, normais. Nem estou mais falando de refletores apagados, cadeados em vestiários... Isso é coisa do passado. Ou não?

2) Reunião de presidente de clube, digo, time, com presidente de comissão de arbitragem? Antes do jogo? É verdade? Para quê? Com que intenção?

O América deve verificar se esses absurdos procedem e tomar as medidas cabíveis. A imprensa também não deveria ficar só na moita. Não deveria, ia..., ia..., ia...

21 de março de 2016

AS pérolas da segunda-feira

Presidente do time das letrinhas diz que arbitragem de Pablo Ramon foi "profissional" - Blog lá de baixo.

Gostei das aspas no profissional. Na verdade o soprador foi profissionalíssimo, para não dizer cirúrgico - Neném Big Head.

Enquanto eu for presidente da CEAF, não aceito veto nenhum - O bigodão da casa do apito.

Então a solução é mais fácil que pensava: destitua-se o Coronel - O não menos bigodudo deste blog.