9 de fevereiro de 2020

Prova dos nove

Sou da era pré-calculadora automática, a conta tinha que ser resolvida da ponta do lápis e a prova dos nove checava a verdade. Não, não sou igual a Raíssa com seu maravilhoso “Só futebol não”, no máximo, a depender da ocasião, acrescento umas abobrinhas à minha opinião que na maioria das vezes está repleta de entrelinhas. Pois bem, voltando ao que interessa, hoje teremos a prova dos nove de Roberto - o Bob americano. Hoje veremos nosso Mecão numa conta difícil, mas não impossível de resolver. Acredito que voltaremos a voar baixo, acredito nos alunos do professor ardiloso, acredito no Dragão da Rodrigues Alves. Tiraremos a prova, né?

6 de fevereiro de 2020

Minha solidariedade

Num é por ser nosso adversário e ídolo dos de preto que não me solidarizo pelo fatídico acidente de trabalho do abeceísta Wallyson. Sinto muito, gostaria de vencer a burrinha com ele em campo,  tem mais sabor, nunca abatido por uma fractura, né?

Ardiloso

Pois é, bastou o Roberto chegar para vermos a diferença. O time jogou com o regulamento no sovaco, não se expôs mais que o necessário, "embananou" adversário com jogadores em falsas funções, usou toda a manha e experiência dos anos, foi perfeito. Além do mais reacendeu o brio dos jogadores e  voltou com o oxigênio ($$$) necessário para manter os aparelhos em ordem. Feliz com o desempenho. O Bob foi ardiloso, num foi? Foi, né?

4 de fevereiro de 2020

Bob de volta

Se os da burrinha estavam felizes com o Francisco, penso que com a chegada do Roberto Fernandes, americano de origem e amizades fraternas, uma pontinha de receio começa a inquietar os ufânicos que ganharam duas batalhas, mas sabem que o predador talhado para o serviço chega pra botar ordem dentro das quatro linhas vermelhas. Acredito na capacidade de mobilizar, motivar e reverter situações adversas de Roberto Fernandes. O bicho começa a pegar a partir de agora, o Bob está de volta, né?

3 de fevereiro de 2020

Django

Eu adolescente vendia garrafa usada e jornal velho no kilo para conseguir assistir no Cine Rex o filme Django. Era matador, eficaz e rápido no gatilho, qualidades essenciais para um bom mocinho de bang-bang. Pois bem, ontem revivi o filme preferido. Nosso presidente abateu Waguinho num saque rápido e certeiro além de, com a rapidez do caubói das telas, contratar o Bob Gel para botar ordem no saloon. Agora é esperar pra ver o tiroteio, né?

Miraculoso

Quando dia desse disse que nosso time estava voando baixo e que o Mister Waguinho estava faltando apenas consertar alguns fundamentos esqueci que vencer times mais encorpados como Botafogo da Pb e a burrinha era talvez o fundamento mais importante para ficar no comando do Mecão. Perdeu mais uma batalha para o professor Francisco de Assis que explicou os miraculosos esquemas que só na cabeça com uma hipertrofia egocêntrica encontra guarita. Pra mim a explicação do artilheiro dos de preto resumiu a verdade pura e simples: jogamos focados e com vontade. Agora Inês é morta, o mister está fora e Leonardo foi rápido no gatilho. Nada de jogar a toalha, né?

20 de janeiro de 2020

Sem desculpas

Quando a burrinha jogou no Nazarenão não foram poucas as explicações para justificar o magro e controverso resultado. 1x0 a despeito de duas penalidades máximas não marcadas em desfavor dos de preto. O campo era muito ruim, os craques de Pium não conseguiam fazer a bola rolar com a perfeição que Francisco de Assis havia lhes ensinado. Pois bem... nesse mesmo campo e buracos, sem os controversos enganos do homem do apito, o time do Mister Waguinho foi lá e colocou três bolas nas redes adversárias. Quando digo que estamos voando baixo não estou exagerando, estamos bem sim. Nem precisa de desculpa do campo ruim, né?