19 de junho de 2018

O VAR

Essa vem do Neném Big Head, ontem telefonou pra saber minha opinião. 

Dr. se esse tal de VAR (árbitro de vídeo) existisse por aqui, será que tinha gente com tantos títulos?

Sei não, né? 

18 de junho de 2018

Bile

E não é que em plena  copa ainda resta tempo para alguma produção de bile? Deixa pra lá, cada um que faça o melhor proveito de sua vesícula...

Féu número um - Até quando o América suporta esse modelo do século XIX?

Féu número dois - Por que alguns, como a maioria dos médicos, têm a sua doença preferida, hein?

Eu? Sei não, né

16 de junho de 2018

Dos baldrames à cumeeira

Época de copa do mundo, mas não consigo me desligar do América. Não me lembro de momentos tão difíceis como os atuais, independente de nomes, época, ações, atos ou omissões de cada um de nós. De nada adianta querer tapar o Sol com peneira, estamos sim perigosamente divididos e à beira do abismo. Precisamos agir em vez de apenas reclamar ou apontar culpados. Sei que ainda não se pôs o Sol de todos os dias, mas as soluções que leio e escuto mais parecem com a construção de castelos no ar e sem fundações. Rumino e aprecio as ideias de renovação, investimento maciço nas categorias de base, profissionalismo, mudanças e, principalmente a que mais gosto: acabar com a velha forma dos abnegados bancar a conta. Gostaria que  algum cardeal, bispo,  padre, beato ou coroinha,  apresentasse a fórmula da reconstrução do nosso querido América Futebol Clube - dos baldrames à cumeeira - com os devidos mecanismo para tal. Longe se mim apenas desafiar, também não tenho a solução. Estou solidário para ajudar quem quer que chegue, apenas confesso que atualmente vivo no sentimento da dúvida entre a esperança e o temor. Fazer o que, né?

14 de junho de 2018

Non sequitur

Gosto muito dessa expressão (não de segue) que significa que em um dado raciocínio ocorreu um erro lógico e que por isso entre premissas e conclusão faltou a necessária consequencialidade. Por que essa latina justo nesse momento? Porque estamos na temporada de caça às bruxas e na história muitas foram queimadas injustamente partindo de um raciocínio que non sequitur. Isso é da natureza humana, não serei eu a mudar esse comportamento. Sei que a língua nas decepções fica inevitavelmente úmida, mas acredito que às vezes calar não é menos eloquente do que falar, né?

13 de junho de 2018

Bostejar

Não participo dos diversos grupos de discussão do América Futebol Clube, sei que no calor da derrota o destilar de ódio muitas vezes extrapola o razoável. Prefiro continuar calado na minha árdua e onerosa missão de soerguer nossa Arena América. Ontem, no entanto, recebo a cópia de uma postagem que, além da justa insatisfação com a campanha americana, respingava gotas da velada oposição à construção da nossa casa própria. Respeitando o contraditório, li com tristeza o bostejar rasteiro e cheio de rancor. Fazer o que, se nunca desisti dos meus objetivos? Continuarei e entregarei nossa praça de esporte quer queira, quer não queira uns poucos. Afinal como diria o grande poeta italiano Dante Alighieri - "Com a medida que o homem usa para medir a si mesmo, mede as outras coisas, né?

P.S. - Coloquei tudo na primeira pessoa do singular por achar que os demais participantes da comissão de construção, principalmente Dr. José Rocha, não merecem tamanha ingratidão.

11 de junho de 2018

TAMBÉM NÃO

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Nós, 7.000 que fomos lá no domingo, fizemos a nossa parte. Somos os verdadeiros americanos. Voltaremos a incentivar o time assim que acabarem essas longas férias forçadas.

As culpas? Vamos lá, sem papas na língua.

Flávio Carioca? Teve parcela, claro, mas definitivamente não foi o maior. Sempre quis jogo, lutou pelo América, e foi infeliz na cobrança do pênalti. Somente isso.

Nosso sistema defensivo? Muito ruim. A exceção dos laterais, principalmente Danilo, ninguém mais acertou, nem zagueiros, nem volantes. Talvez a maior causa de nossa derrocada.

A criação? Não criou nada de bom. Ainda aposto em Luiz Fernando, mesmo não jogando bem.

O ataque? Não tem como negar o valor de Pardal. E o esforço de Flávio Carioca e Lucas Silva.

O treinador? Fez algumas burradas. Acabou por nos mattar de vez.

Dirigentes? Culpa nenhuma. Só eles sabem o esforço que é tentar sobreviver sem competições para dar patrocínio.

Finalmente, os tantos mil que não foram no domingo? Ficaram devendo. Também tiveram culpa sim. Quem sabe, por falta de um grito tenhamos perdido toda a boiada. 

Nunca o abandonarei

Não é a prematura e indesejada férias forçada que diminuirá meu amor pelo Mecão. Sofrido, decepcionado, chateado sim, desesperançado jamais! Esse amor transcende resultados, campanhas pífias ou qualquer outra sinistralidade, já lavei o rosto e arregacei as mangas da camisa. Estou, se convocado for, pronto para lutar junto com os outros peles vermelhas na linha de frente. Nunca o abandonarei, né?